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01/07/2020 às 09h48min - Atualizada em 01/07/2020 às 09h48min

Ciclone bomba: seis pessoas morrem após fenômeno em Santa Catarina

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina segue atuando nas buscas por vítimas em todas as regiões do estado. Já são mais de mais de 1.600 ocorrências registradas

Da Redação

Um fenômeno conhecido como ciclone bomba deixou seis pessoas mortas em Santa Catarina. A ventania e o temporal também provocaram danos em diversos prédios no Paraná e no Rio Grande do Sul. 

De maneira muito rápida, o fenômeno se formou sobre o sul do país nessa terça-feira (30). De acordo com a Climatempo, um ciclone é chamado de "ciclone-bomba" quando a pressão atmosférica no seu centro cai 24 hectopascal (hPa) em um período de 24 horas. Em Santa Catarina, a formação com ventos que chegaram a 120km/h.

 

Na cidade de Chapecó, uma idosa, de 78 anos, morreu após ser atingida por uma árvore. Em Santo Amaro da Imperatriz, um homem morreu após ser atingido por fios de alta-tensão. Outros três óbitos foram confirmados em Tijucas e um homem, de 59 anos, morreu em Ilhota.

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina segue atuando nas buscas por vítimas em todas as regiões do estado. Já são mais de mais de 1.600 ocorrências registradas. Alguns internautas compartilharam no Twitter registros do estrago causado pelo fenômeno.

Nas imagens, publicadas em redes sociais, é possível observar objetos voando pelos ares, colocando em risco a população.

 

Rio Grande do Sul

835 mil pessoas ainda estão sem energia elétrica, depois que fortes ventos e muita chuva chegaram na regiões da Grande Porto Alegre e Serra Gaúcha. No entanto, não há registros sobre mortos ou feridos.

Para esta quarta-feira (1), a previsão é de mais ventos fortes para hoje. Por enquanto, segundo a Defesa Civil de Porto Alegre, apesar de todos os estragos, não há registros de pessoas desabrigadas na capital. O ciclone vai passar pelo Sudeste do país. Em São Paulo, as rajadas podem chegar a 100 km/h.

Paraná

As fortes chuvas também chegaram ao Paraná, atingindo entre outras, a capital do estado, Curitiba, e cidades próximas. Até 19h de terça-feira (30), a prefeitura de Curitiba registrou 406 solicitações de ocorrências com quedas de árvores ou galhos, em vias públicas e terrenos particulares. No entanto, muitas chamadas foram para um mesmo endereço.

A Companhia Paranaense de Energia classificou os estragos como “pior evento climático da história da empresa”. No momento de pico, 875 mil moradias ficaram sem luz. No momento, ainda há 360 mil desligadas. A região leste, que inclui Curitiba, região metropolitana e litoral, foi uma das mais atingidas e chegou a 530 mil residências atingidas.

Com informações do portal R7


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